quarta-feira, 7 de maio de 2014

Quando o álcool acaba

Braços abertos para abraços
Bocas em bicos para beijos
Resenhas e camaradagens
Música e cantoria, mas...

Quando o álcool acaba
E o tédio lhe domina
E o cigarro lhe falta
E o ar que respira
Do nariz, não passa

Não escreva cartas
Não compre pão
Não leia gestos
Nem dê bom-dia, na rua

Não trate mal
Sem motivo algum
Quem está acostumado
Com seu riso fácil
E com seu cheiro forte.

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